Etiquetas

O orçamento de etiqueta que fecha a conta

Numa gráfica de etiquetas, o preço não se digita: ele nasce da geometria. Quantas etiquetas cabem na largura da bobina, quantos metros aquilo consome, quanto tempo a máquina fica ocupada, e quanto se perde no acerto. Errar qualquer um desses some do orçamento sem parecer erro.

O que entra na conta

Três unidades, porque o cliente pergunta em três

O mesmo orçamento sai por milheiro, por rolo ou por etiqueta. Converter à mão é onde a margem some: vender por etiqueta a R$ 0,08 quando a conta dá R$ 0,0784 são 2% que ninguém vê — mais do que a margem inteira de muito trabalho. Por isso o preço por etiqueta aparece com quatro casas.

A margem aparece enquanto você digita

O rodapé mostra custo, preço e quanto sobra, e muda a cada campo. Preço abaixo do custo acende faixa vermelha; margem menor que 10%, amarela — porque qualquer imprevisto come essa diferença. E a memória de cálculo fica guardada: reabrir um orçamento de três meses atrás mostra por que ele custou aquilo.

Do orçamento ao pedido, e à nota

Aprovado, o orçamento vira pedido de produção e a receita entra no financeiro com o prazo combinado. A arte do cliente fica anexada ao item, e o mesmo pedido vira NF-e quando chega a hora de faturar. O cliente aprova por um link, sem login.

Escrito com gráfica junto. Cada uma dessas regras entrou porque faltou numa conta real — inclusive a separação dos dois custos da máquina, que apareceu quando uma impressora digital entrou no lugar de uma flexográfica.
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