Patrimônio

Controle de patrimônio com RFID

O inventário de bens é a tarefa que todo mundo adia pelo mesmo motivo: alguém precisa andar pela empresa conferindo item por item, com uma lista na mão. Com etiqueta RFID, o coletor lê dezenas de bens de uma vez — inclusive dentro de gaveta e atrás de armário — e o sistema aponta a diferença.

Como funciona na prática

O que isso muda

A diferença não é ler mais rápido — é o inventário passar a ser feito. Conferência que leva uma semana acontece uma vez por ano, e no resto do tempo a lista de bens é uma planilha que ninguém confia. Quando a passada leva uma tarde, ela vira rotina, e aí o número serve para alguma coisa: seguro, contabilidade, e a conversa com quem é responsável pelo bem.

RFID não é obrigatório

O módulo de patrimônio funciona sem leitor nenhum — o cadastro, a foto, o responsável e o histórico de movimentação existem do mesmo jeito, e a conferência pode ser feita na tela. O RFID entra quando a quantidade de bens torna a conferência manual cara demais para acontecer.

O mesmo aparelho serve a outros módulos. Quem usa coletor no patrimônio costuma usá-lo também no estoque e na pecuária — é o mesmo aplicativo, com o mesmo login, mostrando só os módulos que a empresa tem.
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