Patrimônio
Controle de patrimônio com RFID
O inventário de bens é a tarefa que todo mundo adia pelo mesmo motivo: alguém precisa andar pela empresa conferindo item por item, com uma lista na mão. Com etiqueta RFID, o coletor lê dezenas de bens de uma vez — inclusive dentro de gaveta e atrás de armário — e o sistema aponta a diferença.
Como funciona na prática
- Cada bem ganha uma etiqueta e uma ficha: o que é, de quem é, onde deveria estar, quanto custou, e a foto.
- O inventário é uma passada com o coletor. Você abre o inventário do setor, anda com o aparelho e ele vai lendo. Não precisa mirar em cada etiqueta nem ter linha de visão.
- No fim, a tela mostra três listas: o que foi encontrado onde devia, o que não apareceu, e o que apareceu num lugar que não é o dele — que é como se descobre o equipamento que mudou de sala e ninguém anotou.
- O aparelho trabalha sem sinal. Almoxarifado e subsolo são justamente onde o celular não pega; a leitura fica guardada e sobe quando o aparelho volta para a rede.
O que isso muda
A diferença não é ler mais rápido — é o inventário passar a ser feito. Conferência que leva uma semana acontece uma vez por ano, e no resto do tempo a lista de bens é uma planilha que ninguém confia. Quando a passada leva uma tarde, ela vira rotina, e aí o número serve para alguma coisa: seguro, contabilidade, e a conversa com quem é responsável pelo bem.
RFID não é obrigatório
O módulo de patrimônio funciona sem leitor nenhum — o cadastro, a foto, o responsável e o histórico de movimentação existem do mesmo jeito, e a conferência pode ser feita na tela. O RFID entra quando a quantidade de bens torna a conferência manual cara demais para acontecer.
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